Estou de volta.
Depois de uma semana de atestado médico (em Fevereiro) por causa de uma faringite.
Depois de dar em louca com o trabalho e com a tese de mestrado.
Depois de ter entregue a tese no último minuto da última hora do último dia de Fevereiro.
Depois de mais alguns sustos com a minha saúde física (já nem falo na saúde psicológica).
Depois de me terem dado uma Direcção de Turma, cheia de problemas, na última semana de aulas do 2º período: com alunos a partirem vidros à pedrada, com alunos que são colocados na rua e depois disso mandam pedras para dentro da sala de aula, com alunos que levam balões de água para a aula para os rebentarem, com alunos que partem o material das funcionárias, com alunos, enfim... imagino que estejam a pensar que são uns selvagens; são mesmo! E fui eu quem, com os meus problemas todos, teve de os domar. Porque os pais se demitem dessa tarefa.
Depois de ter uma reunião de Conselho de Turma vergonhosa, na qual os colegas pouco fazem e cada vez menos querem fazer. (É por causa deles, e de outros como eles, que andamos a passar pelo que estamos a passar)
Depois de rever e corrigir a tese e depois de imprimir 7 novamente a contra-relógio.
Depois de uma grande tempestade.... tive o meu dia:
Fui usufruir, HOJE, da prenda de Natal (SIM, prenda de Natal! É triste, mas é real, só agora tive tempo para mim!) que recebi do meu namorado: meio dia num SPA :)
Foi maravilhoso, estava mesmo a precisar! Obrigada, meu querido! :*
Que saudades que eu tinha do blog :)
Tudo na vida tem um lado bom e um lado mau. A vida de professor é um exemplo. Irei, com certeza, partilhar alguns episódios giros, outros menos bons, algumas peripécias, muitos desabafos :)... enfim...
27 março, 2008
02 fevereiro, 2008
Um pouco de ânimo (ou não)
No meio de tanto trabalho, das reuniões por causa da avaliação de professores, da conseqente revolta de todos, do meu trabalho na tese... enfim, de algum desânimo, eis que vejo num placard da sala de professores um recorte de jornal com algumas palavras e frases sublinhadas a fluorescente:
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"Os portugueses confiam nos professores..."
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É claro que me aproximei logo e li o artigo do início ao fim, um pouco incrédula.
Ainda bem que confiam em nós, a avaliar por muitos casos que eu já vi nos poucos anos que dou aulas, imagino se não confiassem!...
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26 janeiro, 2008
15 janeiro, 2008
Fobia escolar
Num dos dias do final do 1º período uma colega, directora de uma turma do 5ºano, veio pedir-me para dar apoio a uma aluna da sua direcção de turma. Explicou-me que não é um apoio qualquer, a aluna tem fobia escolar. Respondi prontamente que estava disponível e logo me foi colocado no horário um bloco de 90min para o tal apoio.
Na altura lembrei-me que já tive um aluno com fobia escolar (foi meu aluno no 7ºano) e que não era muito diferente dos outros: era conversador e perturbador nas aulas. Lembro-me que nesse ano pensei que: "ou eu não sei o que é a fobia escolar ou o aluno não tem fobia escolar". Pois; na altura provavelmente já se tinha ido embora a fobia dele. Ainda bem!
Na altura lembrei-me que já tive um aluno com fobia escolar (foi meu aluno no 7ºano) e que não era muito diferente dos outros: era conversador e perturbador nas aulas. Lembro-me que nesse ano pensei que: "ou eu não sei o que é a fobia escolar ou o aluno não tem fobia escolar". Pois; na altura provavelmente já se tinha ido embora a fobia dele. Ainda bem!
A minha colega explicou-me que a Ana não vem às aulas há três anos, ou seja, é aluna do 5º ano pelo terceiro ano consecutivo. Quando veio para o 5ºano pela 1ª vez, na companhia da mãe, chorava desalmadamente, desmaiava, vomitava, enfim...
Hoje, depois de muitos esforços, já conseguem que a Ana entre na escola pelo seu próprio pé e sem a companhia da mãe. Não vem às aulas. Vem aos apoios: tem aulas com professores de áreas diferentes que lhe explicam a matéria e a ajudam a estudar. A Ana não tem dificuldades de aprendizagem, pelo contrário! Aulas com a turma nem pensar! Mas já conseguiu assistir a uma aula de Educação Física.
Disseram à Ana que ela tinha uma professora de ciências disponível para ela (EU). Não apareceu uma vez, duas, três. Conseguimos ser apresentadas. Engraçado, fiquei com a ideia que a Ana é super "normal" (desculpem a palavra mas não me ocorre outra, penso que me percebem). Ficou um pouco envergonhada quando me viu mas tinha um sorriso nos lábios. Eu não quis assustá-la, sorri, disse-lhe que ia gostar de ciências e combinei encontro para a hora marcada no horário.
A Ana ainda não apareceu; quando a Directora de Turma lhe liga a perguntar o que se passou tem sempre uma desculpa bastante razoável (tão razoável que eu já tinha desconfiado que era desculpa e a minha colega afirmava que não era).
Hoje voltou a não aparecer e eu própria liguei-lhe para casa às 9h. Ninguém atendeu. Certamente sabia quem era e não atendeu, opinaram as funcionárias. "Oh sô possora, não é de estranhar, o encontro com uma pessoa nova para ela é terrível, ela não consegue ultrapassar".
Queria tanto ajudar a miúda!...
Vamos tentar outra estratégia: encontro com uma professora com quem ela está habituada e eu apareço como por acaso.
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A fobia escolar é uma doença que se distingue dos vulgares medos. É mais intensa e prolongada no tempo e interfere com o quotidiano da criança e de toda a família. As crianças apresentam sintomas somáticos, como vómitos, diarreia, palpitações, dores diversas, perturbações do sono e da alimentação. Podem urinar na cama e chorar desalmadamente quando se aproxima a hora de ir para a escola, o fim das férias ou o final do fim-de-semana.
11 janeiro, 2008
1 semana = 2 sustos
Esta semana começou bem...
O primeiro susto ocorreu numa das minhas aulas de CFQ. Digo susto porque nunca me tinha acontecido; para os alunos foi uma aula emocionante.
Tinha acabado de preparar uma solução aquosa de cloreto de sódio e tinha-a colocado sobre a chama da lamparina (objectivo: fazer a evaporação do solvente). Para não perder tempo, ia colocar esta montagem para o lado (para preparar uma cromatografia) quando... PAF! A lamparina virou-se, o álcoool etílico desnaturado (desnaturado mesmo!) derramou-se sobre a mesa e umas belas labaredas surgiram sobre toda a superfície da mesa por onde o álcool se espalhou. Com a atrapalhação de afastar o frasco de álcool das chamas, virou-se o recipiente com a mistura de álccol e água que já tinha preparado para a cromatografia. Que bonito serviço! Nunca tal me tinha acontecido!
Os alunos, numa tentativa de ajudar, esqueceram as regras de segurança e começaram a soprar nas chamas! Imaginam o que aconteceu, não? Fizeram com que o líquido inflamável se espalhasse pelo resto da mesa com as chamas atrás.
Foi então que tive de chamar toda a minha calma (por dentro, a subir paredes) e disse: "Calma! Não sopres!!! O que é que eu ensinei?! Tu, vai buscar aquela manta".
"Tap tap tap" e as chamas apagaram-se. Não foi difícil. Foi apenas uma situação inesperada.
Meninos, as regras de segurança? Viram o que eu fiz? Afastei imediatamente o frasco do álcool. Temos de ter calma, não fazer a primeira coisa que nos vem à cabeça! Estão a ver? Os acidentes acontecem se não tivermos MUITO cuidado no trabalho de laboratório!"
A aula prosseguiu com alguma normalidade.
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Na aula seguinte, com o outro turno da turma:
Aluna: "Stôra, foi verdade que a mesa começou a arder na aula do outro turno?"
Eu: "Sim, foi."
Aluna: "E foi verdade que a Maria começou a guinchar?"
Eu (já com vontade de rir): "Sim, foi."
Aluna: "E a stôra estava calma?!"
Eu (triunfante e com vontade de rir): "Sim."
E nada mais se passou. Que bom! Consegui que tudo não passasse de um pequenino contratempo.
"Nem tudo o que parece é!" Que grandes actores que são os professores! :)
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Mal refeita do primeiro susto, cheguei a casa e liguei a TV. O que fiz eu!?!?
fui surpreendida por uns barulhos que pareciam de metralhadora misturados com estalos e pedras a cair! Ai meu Deus! Parecia que estava alguém no interior do aparelho a mandar pedras para o ecran!
Desliguei-a.
Voltei a ligá-la. O mesmo.
"Aqueles electrões estão zangados", pensei, "precisam de passar para a Terra". Desliguei a antena exterior e liguei a interior. Apareceu imagem! Boa! Estalos, só de vez em quando e muito pequenos. Óptimo!
No dia seguinte liguei o aparelho novamente e depois de alguns estalos... PUF de vez! Nem o LED dá luz!
Já a levei ao "Doutor"...
04 janeiro, 2008
Teve de ser...
Já vou a meio do 2º dia de aulas.
O regresso ao ritmo de aulas custa sempre. O trânsito; O ter de chegar a horas certinhas (1 minuto de atraso pode ser "a morte do artista"); As chatices; As papeladas; As inovações; Os prazos; Os berros dos miúdos... enfim... não estou a dar novidade nenhuma a quem é professor.
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E, para mim, mais uma mudança ZINHA no horário (nada a que eu já não esteja habituada).
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Bom início de aulas para todos!
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30 dezembro, 2007
Mais um...
Mais um ano termina... Com as suas alegrias, com as suas tempestades.
O meu termina mal; muito mal. Vai ser, para sempe, um ano negro; um ano de dor.
Mas como nem tudo pode ser mau, este ano também vai ficar marcado pelo aparecimento de uma luz na minha vida; uma luz que me tem dado alento para seguir em frente. Obrigada!
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Não sei como foi o vosso ano mas espero sinceramente que não tenha tido as tempestades que o meu teve.
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Desejo a todos um ano de muita paz, de muita saúde, de muita felicidade e amor.
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Aproveitem bem todos os momentos de felicidade.
Aproveitem bem os momentos passados com as pessoas que amam. Lembrem-se que amanhã podemos já não estar cá.
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Desejo a todos um 2008 cheio de sucessos.
23 dezembro, 2007
15 dezembro, 2007
E vão 6!
Seis!? Acho que já lhes perdi a conta! Estou a falar dos meus horários na escola. Será que foi desta vez que fiquei com horário definitivo!?
Pois é... por norma, quando um professor se apresenta numa escola é-lhe entregue um horário - o seu horário - que, supostamente é fixo; prevalece durante todo o ano lectivo. É um horário semanal, que se repete (ou deveria repetir) semana a semana.
O meu não!
É um horário que muda como o camaleão; ou será que é consoante o estado do tempo?!
A verdade é que, a duas semanas do final do 1º período, me foi dado o meu 6º horário (é provavel que o número não seja o correcto pois mesmo quando não me davam um horário imprimido havia muitas alterações feitas à mão ao longo da semana). As funcionárias já nem me marcam falta porque já perceberam que, se eu não estou na Sala de Estudo é porque estou "na cozinha a limpar pratos" - mudança de última hora - e o meu novo horário não chegou atempadamente às mãos delas.
E perguntam vocês: "Pelo menos, desta vez, ficaste com um horárioZINHO decente?".
Eu respondo: "Em termos de "conteúdo", fiquei, no sentido em que já estou a "dar aulas"; Em termos de distribuição, fiquei com o "lixo" dos outros.
Sou uma das duas únicas professoras da escola que estão a dar aulas a KILÓMETROS de casa (perto de 200km's) e, agora que eu pedi alguma compreensão para dar apoio à minha mãe, colocaram-me a entrar à 2ªf de manhã e a sair à 6ªf às 18h30 para fazer 2h30 de viagem para ir de fim de semana! São uns queridos!
Tenho de salientar que estou numa escola onde há uns 200 professores (todos "da terra") e quase todos têm o horário "arranjadinho" - entendem-me?!
Pois bem, colocaram-me a dar aulas ao 2º Ciclo (Área de Projecto) para além de Estudo Acompanhado e mais uns Apoios Educativos. Até aqui tudo mais ou menos... Não tenho formação pedagógica para alunos tão pequenos (nem paciência, actualmente), mas ok, os incompetentes têm de tentar esconder o erro que cometeram...
Quem está a ler este meu GRANDE desabafo deve estar a pensar "Mas de onde vieram estas Áreas Curriculares nesta altura do ano?!"
Vieram daqueles colegas que querem "leccionar" Desposto Escolar e, para tal, tiveram de largar outras horas do horário para não ficarem com horas extraordinárias (coitados, que grande sacrifício). Pelo que sei, todos os anos lhes recusam o pedido do Desporto Escolar mas como este ano está cá a stôra, foi deferido!
Conclusão: Uns vão "coçar o tornozelo" porque detestam estar dentro de uma sala de aula a aturar Área de Projecto; Outros rentabilizam o "erro"; a stôra tem trabalho.
Alguém tem um botão mágico para eu premir e me ejectar desta escola?!?!
Eu quero dar aulas de C.F.Q.!!!!!!!!! Será pedir muito?!? :(
É isto que acontece a quem é colocado por engano numa escola, como é o meu caso.
É isto que acontece, também, a quem tem "horário zero".
É horrível. Não se tem estabilidade nenhuma.
Pois é... por norma, quando um professor se apresenta numa escola é-lhe entregue um horário - o seu horário - que, supostamente é fixo; prevalece durante todo o ano lectivo. É um horário semanal, que se repete (ou deveria repetir) semana a semana.
O meu não!
É um horário que muda como o camaleão; ou será que é consoante o estado do tempo?!
A verdade é que, a duas semanas do final do 1º período, me foi dado o meu 6º horário (é provavel que o número não seja o correcto pois mesmo quando não me davam um horário imprimido havia muitas alterações feitas à mão ao longo da semana). As funcionárias já nem me marcam falta porque já perceberam que, se eu não estou na Sala de Estudo é porque estou "na cozinha a limpar pratos" - mudança de última hora - e o meu novo horário não chegou atempadamente às mãos delas.
E perguntam vocês: "Pelo menos, desta vez, ficaste com um horárioZINHO decente?".
Eu respondo: "Em termos de "conteúdo", fiquei, no sentido em que já estou a "dar aulas"; Em termos de distribuição, fiquei com o "lixo" dos outros.
Sou uma das duas únicas professoras da escola que estão a dar aulas a KILÓMETROS de casa (perto de 200km's) e, agora que eu pedi alguma compreensão para dar apoio à minha mãe, colocaram-me a entrar à 2ªf de manhã e a sair à 6ªf às 18h30 para fazer 2h30 de viagem para ir de fim de semana! São uns queridos!
Tenho de salientar que estou numa escola onde há uns 200 professores (todos "da terra") e quase todos têm o horário "arranjadinho" - entendem-me?!
Pois bem, colocaram-me a dar aulas ao 2º Ciclo (Área de Projecto) para além de Estudo Acompanhado e mais uns Apoios Educativos. Até aqui tudo mais ou menos... Não tenho formação pedagógica para alunos tão pequenos (nem paciência, actualmente), mas ok, os incompetentes têm de tentar esconder o erro que cometeram...
Quem está a ler este meu GRANDE desabafo deve estar a pensar "Mas de onde vieram estas Áreas Curriculares nesta altura do ano?!"
Vieram daqueles colegas que querem "leccionar" Desposto Escolar e, para tal, tiveram de largar outras horas do horário para não ficarem com horas extraordinárias (coitados, que grande sacrifício). Pelo que sei, todos os anos lhes recusam o pedido do Desporto Escolar mas como este ano está cá a stôra, foi deferido!
Conclusão: Uns vão "coçar o tornozelo" porque detestam estar dentro de uma sala de aula a aturar Área de Projecto; Outros rentabilizam o "erro"; a stôra tem trabalho.
Alguém tem um botão mágico para eu premir e me ejectar desta escola?!?!
Eu quero dar aulas de C.F.Q.!!!!!!!!! Será pedir muito?!? :(
É isto que acontece a quem é colocado por engano numa escola, como é o meu caso.
É isto que acontece, também, a quem tem "horário zero".
É horrível. Não se tem estabilidade nenhuma.
04 dezembro, 2007
Haja força!
Os últimos tempos da minha vida pessoal não têm sido fáceis. A vida prega-nos partidas duras. Caímos; levantamo-nos; caímos; levantamo-nos... até que chega uma altura em que nos questionamos se queremos levantarmo-nos de novo. Chegamos a pensar "mais vale ficar no chão pois assim não voltamos a cair".
Ao passar pela professorinha resolvi regressar aqui aos meus desabafos...
Ao passar pela professorinha resolvi regressar aqui aos meus desabafos...
Tenho uma pergunta a ecoar na minha mente, que eu julgava ter deixado há muitos anos atrás:
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PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ?
PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ?
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Não encontro resposta que me conforme.
Tenho saudades.
Quero um abraço dele; do meu herói.
Quero brincar com ele.
Quero chateá-lo.
Quero ouvi-lo incentivar-me vezes sem conta ""Agarra-te" ao mestrado; acaba-o, já falta pouco!"
Quero que ele me ajude a levantar quando eu cair.
Quero dar-lhe mais alegrias; muitas.
Quero vê-lo orgulhar-se de mim.
Eu tenho tanto orgulho nele!.......
Não encontro resposta que me conforme.
Tenho saudades.
Quero um abraço dele; do meu herói.
Quero brincar com ele.
Quero chateá-lo.
Quero ouvi-lo incentivar-me vezes sem conta ""Agarra-te" ao mestrado; acaba-o, já falta pouco!"
Quero que ele me ajude a levantar quando eu cair.
Quero dar-lhe mais alegrias; muitas.
Quero vê-lo orgulhar-se de mim.
Eu tenho tanto orgulho nele!.......
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No meio do turbilhão de pensamentos que me vão na alma houve um regresso à minha vida profissional. Inevitável. Acima de tudo (?!) meu dever.
Para quem não sabe, quando alguém que amamos parte deste Mundo, dão-nos 5 dias para ficarmos bem. Exacto. Cinco dias (incluindo fim de semana) para "arrumar o assunto".
Ao fim de cinco dias agarramos na pasta, no dossier, nos livros e cadernos e rumamos ao trabalho.
Rumei à escola, prontíssima (?!) para enfrentar uma turma de quase 30 alunos, irrequietos, esboçar um sorriso, falar, explicar, raciocinar, expressar... Tudo como se nada tivesse acontecido na minha vida pessoal; tudo como se eu não estivesse toda amassada; como se eu não estivesse destroçada por dentro; tudo como se eu não estivesse com a cabeça à roda... Enfim, tudo como se eu realmente estivesse bem. O facto é que não estava. Atestado médico de alguns dias... mesmo assim regressei mal. Não adianta... tão depressa, não ficarei bem.
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Que outra profissão exige um esforço destes?!
Que outra profissão exige um esforço destes?!
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Quando estamos com dor de cabeça, desconcentrados, tristes e com vontade de chorar, enfim... péssimos, e temos de trabalhar, como resolvemos a situação? Como continuamos?
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Pensem comigo:
Pensem comigo:
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Um médico - despacha o doente (eu disse um doente, não disse 30 ao mesmo tempo) o mais rápido possível e pede à sua secretária que não chame o próximo enquanto não se recompuser.
Um médico - despacha o doente (eu disse um doente, não disse 30 ao mesmo tempo) o mais rápido possível e pede à sua secretária que não chame o próximo enquanto não se recompuser.
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Uma secretária (e qualquer outra profissão cujo trabalhador passe o dia sentado numa secretária) - pára, vai beber um chá, conversa com um colega que o anima, chora à vontade no WC ou onde bem entender e vai fazendo o seu trabalho sem ter nenhuma plateia a olhar para si.
Bom, não vou fazer uma reflexão exaustiva... pensem em muitas profissões e comparem com a nossa - professores.
Uma secretária (e qualquer outra profissão cujo trabalhador passe o dia sentado numa secretária) - pára, vai beber um chá, conversa com um colega que o anima, chora à vontade no WC ou onde bem entender e vai fazendo o seu trabalho sem ter nenhuma plateia a olhar para si.
Bom, não vou fazer uma reflexão exaustiva... pensem em muitas profissões e comparem com a nossa - professores.
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Nós, os professores, que fomos e continuamos a ser enxovalhados por aquela Sra. D. a quem atribuíram o cargo de Ministra, porque ela não vê. Acho que o único sentido que ela tem é o tacto - ela só sabe pisar. E faz questão que todos nos pisem; porque merecemos. Não fazemos nada nas escolas.
Nós não fazemos de pai, não fazemos de mãe, não fazemos de psicólogo, não fazemos de médico, não ajudamos quando, no fundo, precisamos de ser ajudados. Não.
Nós, os professores, que fomos e continuamos a ser enxovalhados por aquela Sra. D. a quem atribuíram o cargo de Ministra, porque ela não vê. Acho que o único sentido que ela tem é o tacto - ela só sabe pisar. E faz questão que todos nos pisem; porque merecemos. Não fazemos nada nas escolas.
Nós não fazemos de pai, não fazemos de mãe, não fazemos de psicólogo, não fazemos de médico, não ajudamos quando, no fundo, precisamos de ser ajudados. Não.
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Eu gostava de saber, se ela "partisse" neste momento, se ia feliz pela sua obra.
A vida são dois dias. Devemos lutar para que, depois de partirmos, as pessoas nos continuem a lembrar pelas obras grandiosas que fizémos.
Gostava de saber se os seus filhos a iam chamar de heroína.
Não creio!
Eu gostava de saber, se ela "partisse" neste momento, se ia feliz pela sua obra.
A vida são dois dias. Devemos lutar para que, depois de partirmos, as pessoas nos continuem a lembrar pelas obras grandiosas que fizémos.
Gostava de saber se os seus filhos a iam chamar de heroína.
Não creio!
16 novembro, 2007
Estou sem chão
A dor é profunda...
a tristeza é infinita...
a revolta não tem fim...
O meu Herói, que julgava imortal, partiu...
Li algures, na blogosfera: "Não chores por ele ter partido, alegra-te por o teres tido" Mas eu quero continuar a tê-lo e Deus não mo devolve!!! :-(
Desculpem a ausência... não sei quando voltarei...
a tristeza é infinita...
a revolta não tem fim...
O meu Herói, que julgava imortal, partiu...
Li algures, na blogosfera: "Não chores por ele ter partido, alegra-te por o teres tido" Mas eu quero continuar a tê-lo e Deus não mo devolve!!! :-(
Desculpem a ausência... não sei quando voltarei...
29 outubro, 2007
Episódios
Como já vos disse, este ano vou ser "pau para toda a colher", graças aos erros dos outros. Mas tudo bem... eu sou compreensiva, errar é humano!
Uma das coisas que chama a atenção de quem olha para o meu horário são as aulas de substituição. O meu horário está "cravadinho" delas. Por mero acaso, na última "emergência" (leia-se, aula de substituição) fui consultar "o plantel" das aulas de substituição... Fiquei encantada: 1º bloco de 90min da tarde, daquele dia, está a ser suportado apenas pela minha pessoa APESAR de nos segundos 45min estarem mais 2 professores de serviço! Ou seja, sou sempre eu que entro em substituição e por 90min; os meus colegas raramente entram em substituição nos segundos 45min. Fantástico!
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"Sô psôra, 7ºH para Ed. Física", diz-me a funcionária. Lá vou eu fazer exercício... (penso, até com algum agrado). Turma simpática. Os meninos querem jogar futebol e as meninas querem jogar voleibol. Tudo bem, eu jogo com as meninas (e vou aplicando alguns conhecimentos de ex-jogadora federada hehe).
"Oh stôra, é de Lisboa?!", pergunta-me uma aluna. "Não, porquê?!", indago, admirada. "Ah, é porque tem assim... um sotaque lisboeta, 'tá a ver?".
Mas este pessoal do Norte tem a mania que os outros (Centro e Sul) é que têm sotaque?!? Eles não têm! NADA! NADINHAAAA! LOL
"Eu sou de Coimbra!", respondo.
"Ah, é lá perto!", insistiu a aluna. Esta matou-me e matava qualquer professora de Geografia! Coimbra perto de Lisboa?! Pois... Portugal também fica ao lado de Espanha! Hehehe
Outro dia, no centro de informática. Estava eu sentada na secretária, no momento, sem alunos, quando entrou um colega que aparentava já ter idade para a Ministra ter pena dele e o mandar para casa. Mas não, estava ali à minha frente, depois de entrar de rompante na sala de informática.
"Está aqui na sala de informática?", perguntou, olhando para todos os lados. [parece que sim, a não ser que tenha virado fantasma].
"Sim, estou", respondi.
"Aammm está a tomar conta da sala?", voltou a perguntar. [Pois... parece que não tenho mais nada para fazer].
"Sim", respondi.
"É professora?", insistiu ele. [De vez em quando torno-me monstruosa, quando me irritam, mas por enquanto, e dado que ainda não me deram uma bata azul, sou professora].
"Sim", respondi.
"Ahhh então vamos ficar aqui os dois", concluiu. [Que grande conclusão!].
"Pois, parece que sim, confirme o horário na porta", aconselhei.
"Ahhh pois, há um horário na porta! Hmmmm então a colega é a Xxxxxx Xxxxx!".
"Eu mesma!"
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A minha vida profissonal anda uma animação :-)
24 outubro, 2007
Mais vale tarde...
... do que nunca, não é Marina?! :)
A Marina (há um mês atrás) chamou-me Schomoozer! Para além de ir fazer queixinhas aos meus pais (temos de aprender alguma coisa com as zangas entre os miúdos hehehe), venho aqui fazer queixinhas à blogosfera! ;) hehehe
Marina, obrigada pelo Schmooze!
Acho que sou mais queixinhas do que Schmoozer (hihihi) como podem confirmar pelo inúmeros desabafos :)

21 outubro, 2007
Há dias e dias
Quem passa por aqui com alguma frequência já deve ter reparado que nunca estive tanto tempo ausente.
É verdade!
Tudo me tem acontecido... :(
Desde uma virose no aparelho digestivo, supostamente apanhada na escola, que me deixou com febre, dores de corpo e tão fraca que não me conseguia colocar de pé - valeu-me a linha saúde 24 e os seus atenciosos enfermeiros; são um grande apoio para quem está sozinho -, passando por mais uma avaria no meu #%&£§ portátil que me fez desembolsar mais uns euros, até um problema no meu Kanguru, que deixou de saltar na 5ªf - pagamos os serviços e somos mal servidos; neste caso nem fui servida!
É verdade!
Tudo me tem acontecido... :(
Desde uma virose no aparelho digestivo, supostamente apanhada na escola, que me deixou com febre, dores de corpo e tão fraca que não me conseguia colocar de pé - valeu-me a linha saúde 24 e os seus atenciosos enfermeiros; são um grande apoio para quem está sozinho -, passando por mais uma avaria no meu #%&£§ portátil que me fez desembolsar mais uns euros, até um problema no meu Kanguru, que deixou de saltar na 5ªf - pagamos os serviços e somos mal servidos; neste caso nem fui servida!
Na escola, para além da virose, ganhei outro horário, bem mais calmo, diria mesmo calmíssimo! Divido o meu tempo entre uma turma de 7º ano, a biblioteca, a sala de estudo, o centro de informática, as substituições... e um projecto que propus para as escolas do 1º Ciclo!
Enfim... cá estou eu... de volta!
Enfim... cá estou eu... de volta!

10 outubro, 2007
Era uma vez...
Vou contar-vos uma história :)
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Era uma vez uma professora contratada que foi colocada num horário completo anual. A professora ficou muuuuuuito contente!
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Ao ligar para a escola, numa primeira apresentação, ouviu, do seu interlocutor, algo muito estranho acerca do horário: "tem um bloco de 90 min à 2ªf à tarde, outro à 5ªf à tarde e outro à 6ªf à tarde". A professora admirada respondeu: "deve haver algum engano, fui colocada num horário completo!". Resposta do outro lado: "hein? Não! O horário é de 6h... ai será que houve engano?!.... Horário completo anual já ninguém lhe tira!"
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Chegada à escola para a apresentação pessoal, verificou que, realmente, haviam apenas 6h de redução de amamentação de uma colega. Para sorte do C. Executivo, uma outra colega do mesmo grupo meteu 15 dias de atestado.
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Conclusão: a professora ficou com as 6h e com algumas horas do horário da outra colega até perfazer as 22h semanais.
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Nota 1: Errar é humano.
Nota 2: Ter horário por 15 dias é tramado, visto haver um ano inteiro pela frente.
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Questão: Não havendo muito para fazer, poderão, os professores, ir limpar retretes!?
02 outubro, 2007
A recepção
Quando cheguei à minha nova escola, com a "casa no carro" e já bastante stressada, pois a procura de casa, no fim de semana, tinha sido infrutífera, pensei: "Será que alguém tem casa para me arrendar?".
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Quem é professor sabe que, em quase todas as escolas, existe alguém, colegas ou funcionários, que tem casa ou quartos para arrendar aos professores.
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Eu cheguei à escola com grande esperança, até porque, pelo telefone, dias antes, o colega do C. Executivo que me atendeu, foi super simpático, disse que era facílimo arranjar casa e até fez mais: "espera aí que eu já te ligo, vou ligar a uma colega nossa para lhe perguntar se ainda tem o apartamento dela para arrendar". Pensei: "Mas que simpático!". Passados alguns minutos voltou a ligar-me "Olha, a nossa colega já tem o apartamento arrendado mas não te preocupes, vem apresentar-te na 2ªf que é fácil arranjares casa".
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Nunca tinha sido recebida de forma tão simpática. De facto, quando cheguei à escola, na 2ªf, comprovei: todos os colegas do Conselho Executivo se desdobraram em esforços para me conseguirem casa. Não houve nenhum elemento que não tenha ligado para um amigo, colega ou conhecido para me tentar ajudar. Infelizmente não conseguiram. Mas valeram as tentativas.
No dia seguinte cheguei mesmo a receber um telefonema do Presidente do C. Executivo a tentar ajudar, mais uma vez.
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Valeram o esforço, as tentativas e a atenção de todos, que, apesar de não terem conseguido ajudar, me deram ânimo para os dias que se seguiram.
Obrigada a todos!
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26 setembro, 2007
Sem abrigo
É incrível mas os professores também podem ser sem abrigo.
i
Sou professora, do centro do país; fui colocada no Norte, bem a Norte!
Já comecei a dar aulas.
Não tenho casa: ou porque são todas muito caras (renda, despesas de casa, deslocações - gasolina& portagens - e sobrevivência... tudo isto = ficar sem ordenado) ou porque não têm mobilia (e não a vou comprar por uns meses) ou porque não estão em condições dignas de habitação.
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Correr as ruas da cidade à procura de anúncios de arrendamento, ligar para imobiliárias, saldo do telemóvel a acabar, bateria a descarregar - todos os dias a mesma coisa!
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Quando o desespero estava no auge, já farta, vi que tinha de desatar os cordões à bolsa... lá arranjei um cantinho que, junto com as outras despesas, me vai levar metade do ordenado.
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Tendo sido colocada a 180km's de casa, perguntam vocês, onde tenho eu dormido?!
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Os amigos! Embora estejam ainda a 50 km's, têm-me dado abrigo! E vão ter de continuar a dar pois a casa que arranjei só está pronta, se tudo correr bem, na próxima 2ªf! (burocracias de imobiliárias)
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É triste, esta vida!
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21 setembro, 2007
Tchan tchan tchan tchan
Fui brindada com um belo horário!!!
E para onde?! Rumo ao Norte, 'carago'! :) hehehe
Aqui vou eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu!

16 setembro, 2007
Qual das 3 será verdade?
Recebi o email do Correio da Educação e, em algum sítio, li:
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"Ministério da Educação contrata mais quase seis mil dos cerca de 45 mil docentes no desemprego. Primeiro-Ministro anuncia aumento do sucesso escolar. FNE afirma que ainda há milhares de horários de professores por preencher."
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1º - Mais 6000?!? Parecem-me muitos zeros... Ou talvez poucos...
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2º - Aumento do sucesso escolar?! Nesta altura do ano?! Na minha humilde opinião deveriam fazer-se "prognósticos, só no fim do jogo", como alguém disse um dia. Talvez seja melhor continuarem os 45000 docentes no desemprego para continuar a haver aumento do sucesso escolar!...
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3º - MILHARES DE HORÁRIOS?! Ufa!!! Ainda bem! Eu cá vou esperando por um... só espero que não resolvam atirá-los ao ar e seja o "salve-se quem puder"!
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12 setembro, 2007
Já cá canta :)
Não um horário, mas sim, um aniversário!

Este bloguito completa hoje

aninho de existência! :)
P.S.: O horário fica para as próximas colocações, espero eu!
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